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Impactes, detecção remota e controlo natural de acácia-de-espigas

 

No âmbito do projecto INVADER-B decorreu em Coimbra, no passado dia 27 de Novembro de 2015, o seminário “Impactes, detecção remota e controlo natural de acácia-de-espigas”. Foi um sucesso! Contámos com a participação de mais de 70 pessoas, vindas de várias regiões do país e de áreas de formação/intervenção muito distintas, desde alunos e professores do ensino superior, técnicos de conservação, de câmaras, de associações florestais, de ambiente, investigadores, etc. À medida que os participantes foram chegando, pedimos-lhe para responderem a um desafio e partilhamos agora as respostas.

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As plantas invasoras receberam um “vermelho” da maioria dos participantes, revelando que estão alertados para os problemas que estas plantas causam. O controlo natural variou entre o “verde” e o “amarelo” quiçá representando a aceitação da metodologia, por parte de alguns participantes, mas também a insegurança e necessidade de mais discussões e esclarecimentos sobre este tema, por parte de outros.

 

Além da apresentação dos principais resultados do projecto INVADER-B foi debatido o controlo natural da espécie invasora acácia-de-espigas; a temática do controlo natural é inovadora em Portugal e espera-se que possa vir a constituir uma alternativa promissora para o controlo de mais espécies invasoras. Além da participação de vários elementos da equipa do projecto, contámos também com o Eng. Paulo Carmo, do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, como palestrante.

 

Ao vivo foi muito mais esclarecedor, mas disponibilizamos o powerpoint da apresentação para poderem ter uma ideia do que foi apresentado e discutido. Resumidamente, o INVADER-B teve como principais objectivos:1) avaliar os impactes de Acacia longifolia nas redes-de-interacção plantas-galhas e suas comunidades associadas; e 2) analisar essas redes de forma avaliar os efeitos indirectos de Trichilogaster acaciaelongifoliae; 3) mapear a distribuição de A. longifolia, em áreas seleccionadas, através de detecção remota (DR); 4) avaliar a possibilidade de usar DR para monitorizar os efeitos de T. acaciaelongifoliae; e 5) iniciar a libertação de T. acaciaelongifoliae para controlo natural de A. longifolia, estabelecendo planos de monitorização/ avaliação do agente e sua eficácia.

 

De seguida fomos ao campo fazer uma libertação simbólica do agente de controlo natural Trichilogaster acaciaelongifoliae – todos os participantes tiveram a oportunidade de conhecer este pequeno insecto, ver como é pequeno. No final, houve tempo para, de forma informal, trocar ideias e esclarecer dúvidas.

resumo

 

Vejam mais fotografias deste dia no nosso álbum do Facebook.

 

Obrigado a todos pela participação!

 

 

Nota: a fotografia de destaque é de José Raposo.

 

Organização:

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Apoios:                                                                                                                          Evento integrado na: 

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